quarta-feira, 10 de maio de 2017

PROJETO ARTE CÊNICA EM AÇÃO VAMOS FAZER TEATRO NOSERTÃO !

O PROJETO ARTE CÊNICA EM AÇÃO: VAMOS FAZER TEATRO O SERTÃO! foi realizado no Colégio Estadual de Ourolândia no ano de 2008, com a finalidade principal  despertar nos discentes do 6º ao 9º  ano, o gosto pela leitura a partir do contato com  linguagem teatral levando-os a perceber a  função  da Disciplina Arte na unidade escolar e na vida do ser humano. No primeiro momento ministrei uma oficina de teatro na qual fiz uso das técnicas de: improvisação, expressão corporal, expressão verbal,   interpretação e concentração. 
O resultado foi a montagem da Peça Teatral: João e Maria no Sertão da Bahia, mostrou  a história de duas crianças que foram deixadas no meio da caatinga por seus pais e tiveram que lutar pela sobrevivência passando por mil perigos, incluindo a casinha de chocolates e o contato com a bruxa malvada. Esta adaptação feita a partir da peça João e Maria da Maria Clara Machado e do conto dos irmãos Grimm. Cada grupo ficou responsável por uma função  como por exemplo: produção do texto, encenação, figurino cenário, maquiagem, sonoplastia, iluminação e divulgação. 
“Aquele que transforma as palavras em versos transforma-se em poeta; aquele que transforma o barro em estátua transforma-se em escultor; ao transformar as relações sociais e humanas apresentadas em uma cena de teatro, transforma-se em cidadão”. (Augusto Boal)


Professor Wagner Pereira participa na divulgação da peça João e Maria

Cena da peça João e Maria

Centro Cultural sendo arrumado para a apresentação da peça  João e Maria em 2008

Centro Cultural sendo arrumado para a apresentação da peça  João e Maria em 2008
Os alunos organizam o cenário  para apresentação da peça João e Maria em 2008
Os alunos organizam o cenário  para apresentação da peça João e Maria em 2008

Os alunos organizam o cenário  para apresentação da peça João e Maria em 2008


Professor Jacimário divulga a peça com seus alunos nas escolas de Ourolândia em 2008































domingo, 9 de abril de 2017

PAIXÃO DE CRISTO EM JACOBINA EMOCIONA O PÚBLIOCO


O Grupo de Teatro Dionísio Artes mais uma vez fez uma brilhante apresentação  da Paixão de Cristo, já na sua  5ª edição, o grupo trouxe algumas inovações como a criação da  cena de Verônica que contribuiu para o enriquecimento deste espetáculo que aconteceu no dia 08 de abril na Praça Dr. Miguel Calmon em Jacobina Bahia, o local  ficou lotado. todos os membros do grupo estão de parabéns. Este grupo de teatro todos os anos faz um forte exercício de renovação nos figurinos e no cenário e nas  cenas para surpeender aqueles que vem a praça todos os anos. 









sábado, 8 de abril de 2017

PAIXÃO DE CRISTO 2017 EM JACOBINA BAHIA

O  Grupo de Teatro Dionísio Artes apresenta pela 5ª vez consecutiva a Paixão de Cristo, os ensaios que começaram segundo o  Diretor do espetáculo Mário Silva no dia 08 de fevereiro e aconteciam de domingo a domingo na Praça Dr. Miguel Calmon é com muita garra determinação e fé em Deus que nosso grupo vai apresentar esta peça esta peça hoje 08 de abril as 20:00 horas












quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

PROGRAMAÇÃO DA EXCURSÃO PARA NOVA JERUSALÉM 2017




 12 DE ABRIL DE 2017- (QUARTA)

SAÍDA DE JACOBINA ÁS 21:00  HORAS DA PRAÇA DR. MIGUEL CALMOM 332
CHEGADA EM CARUARÚ 13 DE ABRIL POR VOLDA DAS 10 HORAS


13 DE ABRIL DE 2017 ( QUINTA)

12:00 HORAS ALMOÇO(LIVRE)
14:00 HORAS – SAÍDA PARA BREJO DA MADRE DE DEUS
18:00 HORAS- PEÇA PAIXÃO DE CRISTO
NOITE LIVRE

14 DE ABRIL DE 2017 (SEXTA)
 07:30 HORAS – SAÍDA TUR CARUARÚ PELA MANHÃ
12:00 HORAS – ALMOÇO TODOS JUNTOS
14:00 HORAS VISITAR O ALTO DO MOURA ( OBRAS DO MESTRE VITALINO)
15:30 HORAS – POLO INDUTRIAL
NOITE LIVRE

15 DE ABRIL 2017 ( SÁBADO)

07:00 HORAS SAÍDA PARA PORTO DE GALINHAS
17:00 – RETORNO PARA CARUARÚ
NOITE LIVRE

16 DE ABRIL 2017- (DOMINGO)

07:30 HORAS- SAÍDA PARA TORITAMA
12:00 HORAS ALMOÇO ( LIVRE)
14:00- HORAS RETORNO PARA JACOBINA

17 DE ABRIL DE 2017 ( SEGUNDA)

05:30 HORAS– CHEGADA EM JACOBINA-BA




segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

É preciso democratizar a leitura em nosso país



     Vivemos em um país que reconquistou a democracia na década de 80, no entanto não podemos limitar o significado deste vocábulo apenas ao direito de votar, implica necessariamente outros direitos à população brasileira, como por exemplo, a leitura de bons livros.

     No Brasil, o livro circula de forma limitada, deficitária e claudicante, pois muitos brasileiros não têm acesso à leitura, a maioria apresenta sérias dificuldades para ler, no sentido mais amplo da palavra, que não se resume apenas em decodificar letras. Na luta pela sobrevivência e diante dos baixos salários que recebem, muitos brasileiros alegam que não dá para investir em livros, pois o salário mal completa as despesas básicas e além do mais acham que não sobraria tempo para lê-los.

     Diante disso, verifica-se que boa parte da população brasileira se restringe apenas aos meios de comunicações audiovisuais, certamente pela facilidade ou comodidade que os mesmos apresentam em oferecer-lhe informações. Todavia não podemos nos limitar a estas fontes, não que elas não sejam importantes o fato é que além delas existe uma de valor inestimável, que jamais poderá ser substituída ou relegada a segundo plano, chama-se o livro. Um legado antigo que durante a Idade Média fora guardado e trancafiado nas bibliotecas da Igreja, como por exemplo, no filme “O Nome da Rosa” de Umberto Eco, já que o livro era considerado uma arma que fazia o homem pensar, incitando-o a questionar e inquietar-se.

     O livro assim como o rádio, a televisão e a internet também pode levar o leitor a viajar no túnel do tempo, a quebrar fronteiras e conhecer diversas partes do mundo sem sair de casa. Isso tudo graças à imaginação, um elemento mágico e natural a todo ser humano. Mas, para isso, é preciso primeiro que o indivíduo se alce à condição de leitor.

     É lamentável que hoje no Brasil muitos não vejam o livro como uma fonte inesgotável de sabedoria, um meio para entender melhor o porquê de tanta desigualdade social. Um meio de não se proliferar tanto a clientela de programas assistencialistas.

     É inadmissível saber que milhares de brasileiros nunca leram uma obra de Machado de Assis, Graciliano Ramos, Jorge Amado e outros grandes escritores e consequentemente ver que boa parte da população do Brasil vive numa situação parecida com a de Sinhá Vitória, uma das personagens femininas mais famosas da Literatura Brasileira que sonha com uma cama de lastro-de-couro,uma metáfora na verdade de uma vida melhor,sem tantas privações.

     A ignorância, de fato, é a mãe da maioria dos nossos males, e o Brasil só vai conseguir amenizar o problema da desigualdade social a partir do momento que disseminar a cultura do livro para a população, ou melhor, democratizar uma educação de qualidade, onde a leitura seja o elemento axial desta empreitada.
Enfim, só quem pratica uma ligação íntima com os livros é capaz de perceber quanta sabedoria eles trazem em cada assunto que abordam ou narram. Um instrumento capaz de transformar vidas. Um universo que muitos ainda não sabem explorar, mas quem já o conhece não se aparta dele.


Nadiolan Lima da Silva Ribeiro,
professora de Língua Portuguesa da rede estadual de ensino,licenciada em Letras pela UNEB,Campus IV e especialista em Gramática pela UEFS.
Endereço eletrônico: naidinha1@bol.com.br

http://www.pucrs.br/mj/artigo-54.php