domingo, 4 de agosto de 2013

1ª EDIÇÃO DO JORNAL DO MARCO 2013

JORNAL DO MARCO
Movimento de Arte Educação e Cultura de Ourolândia
04 de agosto de 2013


                     A HISTÓRIA DO OURO BRANCO QUE  SE TRANSFORMOU  EM OUROLÂNDIA!

Vista aérea de Ourolândia
Acredita-se que por volta 1900 as famílias Casimiro Gomes, Aurora e Dias Gamas chegaram da região de Jacobina para explorar a agricultura a beira do Rio Vereda. O primeiro produto foi à cana-de-açúcar, que era utilizado para fabricar o mel, rapadura e açúcar. E estes produtos eram fabricados em um pequeno moinho de madeira, que se chamava Engenho Velho, e por isso a fazenda passou a ser chamada, Fazenda Engenho Velho.
O solo era fértil e as chuvas regulares, o que estimulou o lucro de produtos como: o milho, feijão, mamona, sisal, e principalmente o algodão, que fortaleceu trazendo vários comerciantes e compradores dos produtos agrícolas. Os produtos passaram a ser cultivados, separando-se o caroço da pluma e começou a ser comercializado para Salvador. O volume e a forte comercialização desse produto um dos nomes da Fazenda “Engenho Velho de Ouro Branco” em homenagem ao algodão.
Em 1932, a comunidade passou a ser chamada de “ouro Branco” e em 1982 foi elevada a categoria de Vila, e em 30 de Março de 1989, foi desmembrado de Jacobina passando a se chamar Ourolândia.




Componentes: Elisandra, Léia, Caroline, Micaela, Keliane, Carlos Magno, Michele
 

quinta-feira, 4 de julho de 2013

História de lua de mel




Como todo casal normal a primeira noite do casamento é considerada como inesquecível e esta história que vou contar realmente marcou a vida daqueles  recém casados. Imagine! Chegou a hora de irem para cama, saíram da festa, estavam doidos para  ficarem a sós o rapaz estava em uma ansiedade nunca vista, ela não ficava atrás, como não podia ser diferente se amaram, ,marcaram a noite tão sonhada.
Mas no meio  da noite ao acordar, o marido meio sonolento, tomou um susto, quando olhou a sua mulher não estava na cama.
No quarto uma meia luz que atravessava  pela fresta da porta entrava vagamente naquele  aposento , ele  abriu os olhos meio embaraçado, notou algo estranho na sua cama, na sua visão quem estava ali não era a sua esposa.  Viu um sujeito com uma touca na cabeça, deitado na sua cama, naquele instante não contou  conversa começou a enforcar o intruso, falava com bastante ódio e fúria vou matar você!
Fale onde está a minha mulher! O que fez com ela! Diga agora! Seu filho de uma puta! Vou eu lhe matar!Logo percebeu o garfe que tinha cometido quando  a touca feita de meia calça  caiu da cabeça da vitima. Aquela criatura que gritava calma! Não me mate! Era a sua esposa, já quase desfalecida, ele ficou totalmente desesperado e envergonhado do que tinha feito  e tentou reanima – lá, pedia desculpa o tempo inteiro e dizia que a amava.  Disse: pensei   que você fosse um bandido que tinha entrado aqui roubado a nossa casa e você de mim.
Ela meio sem graça e cheia de dores no corpo disse a culpa é minha  meu bem! Por  nunca ter  deixado  você  me ver de  touca, eu usava para alisar o cabelo, quando diziam que eu  te avistava  de longe , eu me escondia com vergonha tinha  medo, achava que se me visse não iria mais me querer.
O marido respondeu meio sem graça , agora quem não sabe onde colocar a cara  sou eu!
Se eu contar  essa história ninguém  irá acreditar  e ainda  mais você com essa cara toda quebrada. Vão querer me internar vão dizer que estou louco.
 Não sei o que é que  tinha eu lhe ver de touca !
Oh céus! Os homens nunca irão entender as mulheres!
Essas foram as ultimas palavras daquela pobre esposa que nunca mais teve coragem de dormir de touca.

Mário Silva



quarta-feira, 3 de julho de 2013

O Cavalo do Inglês




Parabéns! Parabéns!
Valeu!Valeu!
Você é demais
Nós  artistas escutamos
Constantemente  celebres frases
Que  enchem nossos egos.
As bocas  que pronunciam belas palavras,
 Esquecem que o artista come, ama , sofre, adoece e morre.
Moço ele precisa também  comer!
Se não ir á acontecer com ele o que aconteceu  com o cavalo do inglês.

Mário Silva

quinta-feira, 20 de junho de 2013

Manifestação em Jacobina

O povo mostra a cara em Jacobina
Manifestação em Jacobina

Passadas algumas décadas assistindo tudo de camarote  na condição de espectador, o povo brasileiro  viveu momentos  vergonhosos, mas esta semana todos nós que  carregamos              o Brasil  nas costas resolvemos  irmos a luta e apontarmos onde queremos mudanças, colocamos em pratica o exercício da democracia, ao estudarmos História   entendemos que  todas as mudanças salutares que ocorreram na sociedade foram frutos de manifestações e revoluções, a nossa Jacobina não pode  ficar  de fora desse momento marcante, a sua gente também foi as ruas,  mostraram a cara  e disseram o que precisavam para terem um país melhor, participaram pessoas de vários  segmentos e das mais  diversas classes sociais, estudantes, professores, profissionais liberais e a sociedade civil organizada.


                                              



Manifestaçãoem Jacobina



Passadas algumas décadas assistindo tudo de camarote  na condição de espectador, o povo brasileiro  viveu momentos  vergonhosos, mas esta semana todos nós que  carregamos              o Brasil  nas costas resolvemos  irmos a luta e apontarmos onde queremos mudanças, colocamos em pratica o exercício da democracia, ao estudarmos História   entendemos que  todas as mudanças salutares que ocorreram na sociedade foram frutos de manifestações e revoluções, a nossa Jacobina não pode  ficar  de fora desse momento marcante, a sua gente também foi as ruas,  mostraram a cara  e disseram o que precisavam para terem um país melhor, participaram pessoas de vários  segmentos e das mais  diversas classes sociais, estudantes, professores, profissionais liberais e a sociedade civil organizada.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

O Alerta

Não tive  direito a tua   tua fortuna
Sou herdeiro apenas dos males  que te deixaram
Te  usaram e te usam  como uma prostituta
Guardo  com grande carinho  o meu tempo de menino que vivi contigo,
Brinquei muito com pipa na rua do Cajueiro, de  salva latinha na   rua do tamarindo , de bola de gude e de pia na rua São Salvador.
Naquela época a maioria das  nossas ruas eram sem calçamento, corríamos  descalços.
As sandálias  colocávamos nos braços, só sabe o que estou falando quem viveu tudo isso contigo.
Passaram alguns anos  envelheci tornei-me adulto
A senhora também  envelheceu conheceu o “progresso”
E hoje corre o risco de morrer!
Teus filhos foram expulsos das suas casas,
Outros foram mortos  em acidentes de trabalho nas minas que dizem “tua”,
Tiveram aqueles que morreram de silicose,
O que estão fazendo com o meio ambiente  é uma maneira  pratica de eliminação em massa
Pena que muitos estão  cegos, entregam a própria mãe  e irmãos por migalhas,
   irão  chorar e se arrepender com o que fizeram !Sabe  quando?
No dia em que  você  se transformar  em um fantasma,
Os  livros irão contar invés da historia da cidade do ouro,  será a história da cidade fantasma
O começo da trágica historia será assim nota de falecimento, acaba morre mais uma  vitima da ilusão do ouro,  o enterro será no cemitério Jardim da saudade.
Esta história ainda    não chegou  ao ponto final, ainda podemos salvar nossa cidade não deixem acontecer com ela o que aconteceu com Nova Lima.

 Mário Silva


quinta-feira, 6 de junho de 2013

A escravidão



Infelizmente o nosso povo ainda continua escravo!

Escravo sim!

Do analfabetismo, da fome e da humilhação que sofrem nas filas dos serviços públicos. Sem falar no  Assédio moral impostos por muitos patrões.

Privar o homem conhecimento é condená-lo  a pior de toda a escravidão

Que é a da ignorância.



Precisamos tirar essa gente desse pelourinho!

Do qual ainda são acoitados, não conseguem sair!

A maioria dos brasileiros,  vivem no tronco.

Sabem por  que?

Por falta de dessa simples palavra composta de oito letras!

Educação e a outra que falta na vida de muitos brasileiros  é composta de doze letras que é a  oportunidade.

Na falta das anteriores os pobre ficam refém dos chamados pistolões.


Mário Silva