
O projeto MARCO (Movimento de Arte Educação e Cultura de Ourolândia) que foi criado no ano de 2007, tem finalidade buscar despertar e provar que podemos através da arte mudar o destino de uma cidade começando pela arte, educação e a cultura, basta querermos e estarmos predispostos a dar nossa contribuição a sociedade, com iniciativas que venham a contribuir para o enriquecimento de um povo.
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Filme " Janela da Alma"
Janela da Alma
Direção: João Jardim e Walter Carvalho | 2001 | 73 minutos | Brasil
Direção: João Jardim e Walter Carvalho | 2001 | 73 minutos | Brasil
Com entrevistas com personalidades como o escritor José Saramago, o cineasta Win Wenders, o multi-instrumentista Hermeto Paschoal e o neurologista Oliver Sacks, todos com algum grau de deficiência visual, o filme discute como essas pessoas se veem e veem o mundo e como o que se vê - ou se deixa de ver - pode moldar a personalidade dos indivíduos.
É legal porque: discute o significado de ver ou não ver em um mundo saturado por imagens e traz revelações surpreendentes sobre a forma como cada um dos personagens lida com suas deficiências, que vão da miopia à cegueira total.
Ponto alto: o depoimento da cineasta Agnès Varda - de 01:01:51 a 01:05:00 - em que ela relata uma cena que ocorrida em 1966 com o seu marido, Jacques Demy. Numa filmagem ao lado da linda e jovem Catherine Deneuve, o homem começa a colocar seu suéter. Seus movimentos e sua vagarosidade são tão curiosos que, a partir de um momento, o olhar-câmera da cineasta se fixa nele. Anos depois, Varda reflete que apenas seus olhos enamorados poderiam ter registrado a cena daquela forma, sem desviar o foco de Demy.
Fonte:
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Filme " Do luto a luta"
Do Luto à Luta, de Evaldo Mocarzel (Brasil, 2005)por Leonardo Mecchi
A luta através da imagem
Do Luto à Luta é um filme que, desde o início, enfrentava várias possíveis armadilhas pela frente: um documentário sobre a Síndrome de Down, financiado pelo Programa Avançado de Assistência e Tratamento a Pessoas Especiais da Petrobrás, e realizado por um diretor com uma relação extremamente pessoal com o tema. Mas, Evaldo Mocarzel soube construir seu filme de maneira a não só evitar as armadilhas (entre as quais tornar-se piegas ou institucional são apenas as mais claras), como se tornar ainda um olhar extremamente interessante sobre o tema.
O documentário se estrutura de maneira relativamente simples. No início, as entrevistas são focadas nos pais de crianças com Down, com especial atenção à reação destes à notícia da disfunção no momento do nascimento. Busca-se aqui um retrato do desconhecimento de todos (inclusive dos médicos) sobre a doença, e de como esse desconhecimento traz consigo toda uma carga de preconceitos e medos. A partir dessa espécie de introdução, o documentário muda seu foco para os próprios portadores da doença, retratando-os nas mais diversas situações de modo a suplantar a imagem dos portadores como pessoas limitadas e dependentes. Curiosamente, não há nenhum depoimento de médicos ou agentes da área da saúde: não interessa a Mocarzel o caráter técnico da doença, mas sim a relação pessoal de cada indivíduo afetado por ela.
A principal qualidade de Mocarzel foi deixar que o filme se desenrolasse em função dos depoimentos recolhidos e das experiências dos entrevistados, sem impor olhares ou observações externas a ele. Foi assim que duas características fundamentais de seu cinema (a presença do próprio diretor em seus filmes, através da voz ou da imagem, e o caráter metalingüístico da discussão da imagem e do cinema através dos temas retratados) surgem de maneira muito mais natural que de costume.
A discussão sobre imagem/cinema não surge através de uma intervenção externa do diretor (como era o caso em Mensageiras da Luz – Parteiras da Amazônia), mas por ter sido trazido à tona por um dos entrevistados, que se declara fã de Spielberg e diz que seu sonho seria dirigir um filme. Diante desse depoimento, Mocarzel disponibiliza sua equipe e equipamento, e se retira, deixando ao entrevistado a responsabilidade de dirigir uma cena de ficção. A situação se presta tanto para a pesquisa contínua do diretor sobre a imagem e seu impacto na vida das pessoas, quanto para comprovar a tese principal de seu filme, a de que uma pessoa com Síndrome de Down é capaz de realizar qualquer tipo de atividade.
Assim, ao optar por um retrato pessoal e carinhoso – mesmo que eventualmente restrito a um certo universo sócio-econômico –, em contraposição à frieza de um filme de utilidade pública, Evaldo Mocarzel acerta o tom e nos entrega uma obra singela e esperançosa, com a propriedade de quem não se esconde por trás de uma suposta imparcialidade.
editoria@revistacinetica.com.br |
" Mentes que brilham"
A HISTÓRIA: Uma mãe vive o dilema de criar um filho cuja capacidade mental é extraordinária. Ela quer que o garoto, de apenas sete anos, tenha uma vida normal. Mas para isso, suas atitudes devem limitar a genialidade da criança. A mulher, de origem simples, tem medo de que seu filho seja visto como uma aberração, devido aos seus talentos precoces com a matemática e as artes. Por sua vez, o menino entende que é uma pessoa diferente das demais e não quer abrir mão de usar a inteligência.
POR QUE ASSISTIR: Já dizia Esopo (escritor da Grécia antiga) na fábula da Águia e da Coruja, que, para os pais, os filhos são maravilhosos, inteligentíssimos e supertalentosos. "Normalmente isso ocorre só aos olhos dos progenitores, mas às vezes é verdade mesmo - é o caso dos chamados superdotados", diz Roque. Neste filme, o professor recomenda observar os problemas que podem surgir se as crianças forem tratadas como adultos, esquecendo que, além do desenvolvimento intelectual, elas ainda precisam desenvolver-se física e emocionalmente. Nos dias de hoje, em que ser celebridade é mais importante que ser sábio, ele ressalta que há um desejo muito grande dos pais para descobrir um talento nos filhos e os tornarem uma fonte de recursos e destaque na mídia. "Isto é saudável para as crianças e adolescentes?", provoca.
Fonte:http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/mentes-brilham-676253.shtml
segunda-feira, 13 de abril de 2015
GRUPO DE TEATRO DIONÍSO ARTES- PAIXÃO DE CRISTO 2015- DEPOIMENTOS
O Grupo de Teatro Dionísio Artes agradece a todos que colaboraram para que este projeto da PAIXÃO DE CRISTO se realizasse mais uma vez na cidade de Jacobina Bahia, como todas cidades do interior a nossa não é diferente no que se refere a cultura, poucas pessoas possuem acesso a linguagem teatral, ainda existe muitas pessoas que nunca assistiram a uma peça de teatro, e quando montamos uma história dessa natureza muitos irão por curiosidade e outros em virtude da fé cristã, temos certeza que ao encenarmos um espetáculo com esta temática estamos contribuindo de forma direta para que o espectador possa fazer uma reflexão dos seus atos e ao mesmo tempo entender o papel do teatro na sociedade.
Mário Silva
Diretor do Teatral
sexta-feira, 10 de abril de 2015
PAIXÃO DE CRISTO 2015 EM JACOBINA - BAHIA
GRUPO DE TEATRO DIONÍSIO ARTES-Vídeo da Paixão de Cristo 2015
https://www.youtube.com/watch?v=lyEC5rYPU6M&feature=youtu.be
quarta-feira, 8 de abril de 2015
Jacobinenses viajam para assistir a Paixão de Cristo em Nova Jerusalém.
Por
volta das 22:15h desta quarta-feira, 1 de abril de 2015, um grupo de 50
pessoas embarcaram em uma excursão para assistir o espetáculo a Paixão
de Cristo em Nova Jerusalém.
Antes
de seguir para 5 dias de viragem o grupo realizou uma oração, com a
presença do ator Patrício Marcedo da Sílvia do Grupo de Teatro Dionísio
Artes, caracterizado de Jesus Cristo.
Em uma viagem animada, o grupo visitará também as cidades de Caruaru,
Santa Cruz do Capiberibe, Nova Jerusalém e Porto de Galinhas.

Esta é a 5° excursão para Nova Jerusalém, organizada pelo casal Rosa
Maria e Mário Silva. Nova Jerusalém é um teatro brasileiro ao ar livre,
localizado no
distrito de Fazenda Nova, município de Brejo da Madre de Deus, a 202 km
do Recife, no estado brasileiro de Pernambuco.
Fonte: Augusto Urgente!
Fonte: Augusto Urgente
http://www.augustourgente.com.br/2015/04/jacobinense-viajam-para-assistir-paixao.html
NOVA JERUSALÉM EXCURÇÃO
Do dia 1º de abril ao dia 05 deste ano de dois mil e quinze, foi realizada
por Mario Silva e Rosa Maria a quinta EXCURSÃO PARA NOVA JERUSALÉM.
A excursão sai de Jacobina Bahia para a cidade de Caruaru em
Pernambuco, de lá, a quinta excursão vai para Nova Jerusalém para assistir o
espetáculo A PAIXÃO DE CRISTO no maior teatro a céu aberto do mundo.
O espetáculo A PAIXÃO DE CRISTO é uma grande produção que recebe gente de
todo o país e até estrangeiros, o trabalho com atores renomados nacionalmente e
internacionalmente interpretando no maior teatro do mundo a céu aberto, a peça
acontece em vários cenários de característica reais em relação aos originais,
com o público itinerante dando uma grande volta por todo o teatro em forma de
uma cidade criada especificamente para o espetáculo, entre os destaques a parte
teve os efeitos de sons e cenas que encantaram o público, com uma experiência
de em torno de cinquenta anos de experiência.
Essa é a quinta vez que acontece esse mega evento turístico, artístico
e distrativo, A 5ª Excursão Nova Jerusalém de Jacobina. Dessa vez, depois de
assistir A PAIXÃO D CRISTO na cidade de NOVA JERUSALÉM as paradas foram: na
famosa feira de Caruaru, nas praias mornas da cidade de Porto de Galinhas, polo
comercial de Caruaru, casa do mestre Vitalino, Santa Cruz e tantas outras
cidades de ida e de volta da cidade de Caruaru onde foi a hospedagem.
Nesse ano na apresentação de cordel da Feira de Artesanato de Caruaru
teve a representação de Morro do Chapéu Bahia com cordel por Naldão declamando
entre Ivanildo Vila Nova, repentistas e demais artistas da cantoria presentes
no palco de cantorias da feira. E toda a galera da excursão visitou toda a
feira fazendo compras, e curtindo seus diversos.
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